

A conexão estratégica do Maranhão com o mundo.
Impostos em cascata sobre importação de insumos e equipamentos encarecem cada etapa da operação.
Empresas são obrigadas a converter divisas ao repatriar receitas de exportação, corroendo a margem cambial.
Processos lentos e fragmentados atrasam operações e elevam custos administrativos e de armazenagem.
Logística fragmentada e distante dos grandes mercados globais aumenta o custo por tonelada exportada.
O peso do Custo Brasil não se resume a burocracia ou taxas:
ele corrói irreversivelmente
a sua margem de lucro no mercado exterior.
Garantido por lei federal.
II, IPI, PIS/COFINS e AFRMM na importação de insumos e equipamentos.
Garantida pelo Convênio ICMS 99/1998, reduzindo custos de operação.
Mantenha 100% das divisas obtidas com exportação no exterior.
Instalada na Região Metropolitana de São Luís.
A 60km do Porto do Itaqui, o 4º maior porto público do Brasil.
Única ZPE no NE com infraestrutura multimodal completa.
para operações que importam US$ 15 mi em insumos e equipamentos por ano
| Tributo | Operação Convencional | ZPE Maranhão |
|---|---|---|
| II | Alíquota cheia conforme TEC | Suspenso |
| IPI | Alíquota cheia conforme TIPI | Suspenso |
| PIS/COFINS | Alíquota cheia | Suspenso |
| AFRMM | 25% sobre o frete marítimo | Suspenso |
| ICMS | Variável conforme estado e operação | Isento via Convênio ICMS 99/1998 |
Baseado no Estudo Tributário Comparado da CZPE, com 11.760 simulações em 20 estados e 147 mercadorias. Valores variam conforme NCM e regime de apuração.
Vantagem logística anual estimada para operações de 100 mil TEUs/ano. Cada dia a menos de navegação representa até US$ 30.000 em economia por navio.
Porto do Itaqui: calado de 23 metros, o maior do Norte e Nordeste. Comporta navios Capesize e Neo-Panamax. 4º maior porto público do Brasil.
Do agronegócio à mineração, da proteína à energia — o Maranhão e sua região de influência concentram um dos portfólios de commodities mais diversos do país, disponível na porta da ZPE para ser processado e exportado.
Hoje, grande parte é exportada como commodity bruta. Na ZPE, cada cadeia pode ser industrializada e embarcada com valor agregado, incentivos fiscais e a menor rota marítima até os grandes mercados.
Geração aproximadamente 24% superior ao consumo estadual — o Maranhão é exportador líquido de energia elétrica por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).
O sistema de transmissão do Estado possui infraestrutura de alta capacidade, com destaque para a Subestação Bacabeira, em 500 kV, que possui seis circuitos conectados à Rede Básica.
A subestação recebe grande parte da energia elétrica renovável escoada do litoral do Nordeste para a região Norte.
Consumo e geração acumulados dos últimos cinco anos. SIN — Sistema Interligado Nacional.
Localizada a aproximadamente 2,5 km da área da ZPE Maranhão, constitui o principal ponto de conexão previsto da ZPE com a Rede Básica.
A aproximadamente 1 km do lado oeste da área passam duas linhas de transmissão em 500 kV, no circuito Bacabeira–São Luís II, além de uma linha em 230 kV, no circuito Miranda II–São Luís II.
O Maranhão conectado à internet de alta capacidade global.
Em 2028, o cabo submarino EllaLink vai conectar o Maranhão à internet de alta capacidade global — a mesma infraestrutura que move as maiores economias do planeta.
A ZPE de Bacabeira será um dos únicos territórios do Brasil com porto profundo, ferrovia, energia e conectividade submarina no mesmo endereço.
Área totalmente terraplanada e pronta para instalação imediata.
36 anos de evolução legislativa. Os dois últimos marcos são de 2025 e 2026.
Benefícios garantidos por lei federal por 20 anos, prorrogáveis. Fiscalização centralizada pela Receita Federal e pelo CZPE.

A equipe técnica da ZPE Maranhão avalia a aderência do seu projeto ao regime e estima o impacto tributário e logístico para o seu setor.
A conexão estratégica do Maranhão com o mundo.